O problema básico e mais fundamental da vida espiritual é a aceitação do nosso eu oculto e sombrio, com o qual temos a tendência de identificar todo o mal que há em nós. Devemos aprender a separar, pelo discernimento, o mal resultante de nossas ações daqueles dos bons fundamentos da nossa alma. Devemos, além do mais, preparar o terreno para que dele possa brotar uma vida nova em nós, sem nosso conhecimento e sem nosso controle consciente. A atitude sagrada é, então, uma vida de reverência, admiração e silêncio ante o mistério de nossa alma. (T.M)
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