A triste realidade é que poucos sentem o Absoluto. A existência humana transformou-se numa simples rotina na qual os acontecimentos nos obrigam a pensar e agir mecanicamente. O diálogo transformou-se em zumbido de máquinas cada qual girando no seu eixo – o “EU”, engrenado a outras máquinas visando o quê? Agitação. Futilidade. Mediocridade. Imbecilização em massa. Docilidade para que poucos tirem proveito de muitos.
(Thomas Merton)
(Thomas Merton)

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